Galáticos JS x Jesus na Área fazem duelo pela Quartas do Carioca

Por Paula Barcellos

No próximo sábado, no Alto da Boa Vista, Galáticos JS e Jesus Na Área entrarão em campo, partida das quartas de finais do Campeonato Carioca Evangélico. Um jogo mata-mata que deixa a um degrau da tão sonhada final. Por agora vamos falar um pouco desse confronto, com olhar de seus representantes.

O Galaticos JS, time de piedade, é uma equipe cheia de jogadores técnicos. Na edição passada terminou em quarto lugar. O representante da equipe, Tiago, falou sobre a dificuldade da equipe nos jogos, quase sempre com vários desfalques, já que alguns atletas estavam trabalhando, e com isso não tem uma escalação definida para adiantar. Sobre a colocação ano passado, ele acredita que um time em formação com jogadores que não se conheciam chegou até bem longe, e nessa edição tiveram tempo para amadurecer e ganhar entrosamento. Afinal foi visível a mudança de comportamento que tiveram. Quando perguntei sobre o que achou da sua equipe, ele continuou elogiando e que está feliz como conseguiram manter a pegada e a organização em campo, e como todos tem se doado. Pedi para falar sobre o cara que tem se destacado, Filipe, bem é seu irmão do meio, mas reconhece a qualidade de finalizador nato, com facilidade de fazer jogadas e com boa visão de jogo, e também admitiu que o coletivo é tão importante quanto, que ele complementa a equipe. Ele falou que Galaticos JS é uma família, dentro e fora de campo, e que estar à frente deles é maravilhoso, pois agem juntos por um mesmo objetivo.

O Jesus Na Área, campeão da primeira edição do torneio em 2015, time de Piedade, que só conseguiu a décima terceira campanha no geral na fase de grupos, mas conseguiu eliminar a quarta melhor equipe e avançou. Foi a vez de Leandro, representante, falar um pouco, sobre a escalação preferiu manter segredo, e a expectativa é de jogo dinâmico, vale ressaltar que já sem enfrentaram esse ano. Depois de ser campeão, ano passado só conseguiram o terceiro lugar, ele disse que a equipe é 80% a mesma e que a missão deles é buscar enaltecer o nome daquele que merece toda honra e gloria, Jesus Cristo. Ele admitiu que seu time começou o torneio sem ritmo, mas que ao longo da competição conseguiu recuperá-lo e acredita que estão próximos de alcançar o melhor. Ele destacou o espírito de coletividade da sua equipe para conseguir ser decisivos na fase de mata-mata. Sobre o adversário disse que é uma das melhores equipes do campeonato, e que, com isso, espera uma partida com bastante marcação. Ele exaltou a união do grupo e o espírito de superação, mesmo com as perdas que tiveram e agradece a Deus pelo privilégio de liderar essa equipe.

Esse confronto já aconteceu esse ano, na fase de grupos. Ambos os treinadores sabem que era outra situação, em que o Galaticos estava muito desfalcado e já tinha garantido sua classificação para a fase seguinte. Aquele jogo terminou empatado, agora vale a permanência no torneio, e os dois times querem ser campeões. Quando perguntados se já pensavam na próxima fase, ambos disseram que estão concentrados apenas no confronto de sábado e que pensam em um passo de cada vez. E terminei a entrevista questionando sobre o significado de um possível título, Tiago disse que “seria uma honra muito grande para nós, porque estamos representando o nosso Deus todo poderoso e a igreja na qual fazemos parte. O mais importante de tudo isso, são as alianças e amigos que conquistamos durante a jornada do campeonato. Já somos campeões só por chegar onde chegamos! Deus é Deus”. Já Leandro respondeu que “nossa visão é glorificar a Deus com tudo que fazemos e não será diferente se conquistarmos esta edição. O intuito do nosso trabalho é pregar o evangelho com nosso testemunho pessoal e não será diferente caso o Senhor nos abençoe como nos abençoou em 2015 e em 2016”.

Esperamos um jogão com duas equipes dispostas a darem seu melhor para continuar na competição e sonhar ainda mais com a taça. O que importa que os dois times já são vencedores por chegarem até aqui.

Duelo de opostos: GDC e Ousadia se enfrentam nesse sábado pelas Quartas do Carioca

Por Thaise Lima

Dois times de lugares distintos e com histórias diferentes; de um lado do campo um time veterano, do outro uma equipe que nasceu em 2016. GDC e Ousadia se enfrentam neste sábado, no Campo do Agrião, no Alto da Boa Vista, pelas quartas de final do Campeonato Evangélico, de olho nas semifinais do primeiro sábado de julho.

Diversidades a parte entre a trajetória da equipes, o objetivo é único: garantir um lugar na semifinal do campeonato. Para que isso aconteça, os times vem se preparando para o grande dia e, segundo o representante das equipes, a fase de quartas de final não representa só a permanência na competição, mas também a persistência apesar dos problemas enfrentados.   

  • Estamos motivados, buscando a dar o melhor de todos os nós, temos enfrentado dificuldades para ir aos jogos , uma batalha pra chegar e temos a certeza que iremos lutando até o fim, nos preparando para jogo com experiência que não tivemos na última edição  e certeza que alcançaremos nosso objetivo com humildade e empenho. – afirma Ciarlam representante da equipe GDC.
  • O time vem se preparando aos poucos, jogamos peladas e quando dá marcamos amistosos e treinos, mas nem sempre isso é possível por conta da disponibilidade dos jogadores, uns trabalham a noite, outros de dia e uns fazem faculdade, mas apesar desses contratempos estamos muito esperançosos para o jogo – diz Luiz André representante do time Ousadia.

Apesar dos problemas, as equipes prometem fazer um jogo arrebatador. Em seu segundo Carioca,  o GDC, que vem de Jardim Gramacho, em Caxias, na Baixada Fluminense,  conta que a ideia de criar o time foi da igreja pela qual fazem parte.

  • Inicialmente o time foi criado pela igreja Pentecostal O Senhor nossa Justiça com propósito de aproximar os jogadores a Deus através da paixão Nacional, mas hoje estamos ligados a vários fiéis de diversas igrejas de Duque de Caxias como Assembleia, United, Metodistas, Batista – conta Ciarlam.

O time, que foi fundado em 2012, não brilha só dentro de campo. A equipe tem um projeto social onde faz ações para arrecadação de doações,  alimentos, roupas, brinquedos para as comunidades da cidade de Caxias. Segundo Ciarlam foi através do projeto de inclusão social que veio o nome para o time.

  • Guerreiro como identidade de todos, que fazem parte de uma área que poucos fazem, ajuda os necessitados de nossa sociedade e, em breve, estaremos iniciando escolinha para crianças carentes (comunidade, filhos largados na ruas e sem perspectivas) com finalidade de mudar a história de vida de crianças – explica integrante do time.

A equipe laranja, que tem como destaque o pivô Hugo, diz estar representando todas as igrejas de seu local de origem, segundo Ciarlam o time acredita que estar nesse campeonato é uma oportunidade única já que muitos times tentam participar desta competição e não conseguem.

Bem distante da cidade de Duque de Caxias, mais precisamente direto do bairro da Taquara, na zona oeste do Rio, com menos de um ano de existência e tendo como nascido através de um desafio, o Ousadia já inicia a história da equipe prometendo ser campeão e mais uma vez mostrando que é desfiador.

  • O time surgiu através da final de um campeonato fut 7, o time que estava jogando é de um colega meu, no final do jogo eu falei pra esse colega que o time dele era muito ruim, não jogava nada, ele virou e me disse: “monta um time pra ganhar do meu” e foi isso que eu fiz, montei uma equipe e assim estamos aí hoje – diz Luiz André, orgulhoso do time.

A equipe cujo alguns dos jogadores são da Igreja Pentecostal da Indonésia, diz que o nome do time não iA ser Ousadia, mas pelos jogadores serem muito sagazes e rápidos acabaram por trocar o nome.

  • O nome a princípio não iria ser Ousadia e sim Quarto Centenário, mas resolvemos trocar por Ousadia, na verdade ia ser Ousadia e Alegria, mas optamos só por Ousadia. O porquê de ousadia? Porque os moleques são atrevidos dentro de campo, eles partem para cima e não tem medo – afirma Luiz André.

Confiando no nome da equipe e em seus jogadores, o time que vai completar um ano e nunca participou de outro campeonato, aposta em quatro jogadores como destaque: o goleiro Danrlei, o Zagueiro Guida, o meia Lobinho e o atacante Pablo.

 

E ai ? Quem será que vai garantir uma vaga para a semifinal? Depois desse sábado saberemos.

Israel da Bola e IMSC duelam em busca de título inédito pelas Quartas do Carioca

Por: João Godoy

O final do Carioca Evangélico vem chegando e as emoções só aumentam, equipes determinadas, aguerridas e com bastante bola no pé, jogam no próximo sábado (24) pelas as quartas de final do torneio. Israel da Bola e IMSC se enfrentam em busca da classificação para as semifinais e o sonho do título inédito. As equipes prometem um show dentro de campo e um ótimo jogo. Wallace, do IMSC, e Afonso, do Israel da Bola, falaram um pouco sobre a expectativa, padrões táticos e não esconderam a ansiedade de entrar em campo.

O QUE ESPERAR DO DUELO?

Após vencer na disputa das oitavas a equipe do Galáticos da Catedral, o Israel da Bola vem disposto a manter o mesmo padrão tático que o levou passar de fase. “Esperamos um confronto bem disputado, onde será resolvido nos detalhes e a atenção será primordial do primeiro ao último minuto. De diferente não tem o que mudar muito, apenas procurar aproveitar o máximo de oportunidades que tivermos.” – disse, Afonso. Por outro lado, a equipe do IMSC, após jogo seguro contra o Albatroz, espera um jogo difícil diante o invicto Israel. “Sabemos que o time do Israel da bola tem uma excelente equipe e está invicta na competição. Porém, confio na força da minha equipe. Teremos um grande jogo.” – afirma, Wallace.

AS CAMPANHAS

A equipe de Wallace vem de uma boa campanha na fase de grupos, agora na fase mata a mata, ele diz o que o IMSC irá buscar melhorar para não encontrar uma futura eliminação. “Buscaremos mais compactação dentro de campo e mais atenção na marcação, pois devido a isso acabamos perdendo dois jogos.” – disse. Vindo de uma série invicta e uma segunda melhor campanha no Carioca Evangélico, o Israel da Bola busca manter essa série e Afonso conta um pouco da filosofia do grupo para conseguir as vitórias. “É, e foi uma satisfação ter tido a segunda campanha, mas agora é um novo campeonato. Apesar de isso nos dar uma pequena vantagem, não podemos e nem iremos nos apoiar nela. A nossa filosofia é sempre jogar pra ganhar, se possível com méritos.” – fala, o atacante.

O DUELO: AFONSO & VICTINHO VS. WALLACE & WELLERSON

Como toda equipe, uma dupla se destaca pelo entrosamento mostrado em campo, que acaba levando a equipe conseguir bons resultados no campeonato. Do lado do Israel da Bola, temos Victinho e Afonso, o último fala um pouco sobre esse entrosamento com o companheiro de longa data. “Não gosto de falar muito do individual, pois valorizamos o coletivo, temos a ideia que um jogador pode ganhar um jogo, mas a equipe que ganha um campeonato. Falando do Victinho, nosso entrosamento é muito bom por nos conhecermos e jogarmos há bastante tempo, além de já termos tido a experiência de ter disputado o campeonato passado juntos, pelo Meninos da Vila.” – disse. Do outro lado, temos uma dupla de irmãos que mostra que a ligação não acontece só fora de campo. Wallace contou sobre esse entrosamento que vem desde o berço com o seu irmão Wellerson. “Sou mais velho que ele 10 anos, se bem que não parece. Mas, desde que ele pegou uma idade percebi que tem um grande potencial e vontade, fatores que fazem ele sobressair no jogo. Mas hoje tenho a satisfação de jogar ao lado do meu irmão e ver que estamos nos dando bem dentro e fora de campo; isso nos ajuda buscar ajudar nossa equipe, a qual temos excelentes jogadores para conquistar as vitórias.” – finalizou.

Ciente do entrosamento da dupla de irmãos, Afonso cobra atenção redobrada de sua equipe e fala de que forma irá para-los. “Bastante atenção e sempre procurar diminuir o espaço, poder de reação pra que a bola não chegue em boas condições, diminuindo toda ação e decisão não só deles, mas da equipe toda.” – disse, Afonso. Wallace e o IMSC também estão ligados na dupla de amigos Afonso e Victinho, ele diz que são bons jogadores e que tem excelentes zagueiros para marca-los. “São muito bons. Pude ver um jogo deles e percebi que são jogadores que desequilibram, mas temos bons marcadores para tentar inibir e evitar que eles joguem” – fala, Wallace.

APRENDIZADOS E SENTIMENTOS

A competição vem chegando ao seu final, com jogos emocionantes, disputados, quentes e Afonso diz o que o Israel da Bola traz de aprendizado para esse jogo de quartas de final. “Nosso maior aprendizado é jogar pra glorificar o nome de Deus, e também se encaixa na parte que temos que melhorar a cada dia, pois isso é uma busca constante e diária. Agora, na questão de sistema temos uma forma de jogar e os ajustes são feitos sempre pra uma melhora individual e coletiva, pois acreditamos e procuramos buscar sempre a perfeição, como não vamos chegar, queremos estar mais próximos possível.” – afirma, Afonso.

Jogando a primeira vez um campeonato de fut7 e estreando no Carioca Evangélico, Wallace transmite o sentimento da equipe em chegar em uma quartas de final na busca por um título inédito. “O grupo está muito empolgado, pois é o primeiro ano de competição no carioca evangélico e jogando fut7 juntos. Estamos em uma quartas de final, onde tinham vários times bons e com capacidade de chegar, isso nos motiva para esse duelo.” – disse, Wallace.

A EXPECTATIVA

Chegando próximo do duelo, as expectativas estão a mil por hora. Sem segurar a ansiedade de entrar em campo e jogar um jogo bonito e limpo, Wallace e Afonso finalizam com um recado sobre a expectativa diante desse confronto.“Expectativa muito boa de um grande duelo a qual qualquer uma das duas equipes tem capacidade de conquistar o título. Isso só tem a acrescentar a essa ótima competição que é o Carioca Evangélico, os amantes de futebol deveriam ver esse grande jogo de sábado entre IMSC x Israel da Bola. Se Deus quiser sairemos com a vitória.” – finaliza, Wallace. Pelo lado do Israel, Afonso prega respeito ao adversário e diz que a expectativa é a melhor possível. “Nossa expectativa é a melhor possível e, com respeito ao adversário, conseguiremos nosso objetivo de passarmos mais uma vez de fase e no final conseguirmos o maior objetivo que é o título.” – conclui, Afonso.

Duelo de gigantes: Ágape e Partidários medem forças nas Quartas do Carioca Evangélico

Por Marcio Nunes

O Carioca Evangélico 2017 entra em sua reta final com um confronto digno de uma final. De um lado, o Ágape F7, time de melhor campanha até aqui e do outro, o Partidários, atual vice-campeão do torneio. O time de Bento Ribeiro amarga dois vices, sendo um no Carioca e outro no Torneio Evangélico de Verão e busca seu ingresso no Hall da Fama dos Campeões, mas para isso terá que passar pelo atual campeão da Copa dos Campeões Evangélicos e do Torneio Evangélico de Inverno. Enquanto o time da Primeira Igreja Batista de Bento Ribeiro se veste todo de azul, os Leões se dividem entre o azul e o branco.

Ao longo da história, este será o primeiro confronto entre as duas equipes. Quem vencer, avança às semifinais e fica cada vez mais perto do tão sonhado título. Os representantes da Assembleia de Deus Ministério Apostólico Ágape chegam com pompa de campeão tendo o melhor ataque, artilheiro do campeonato, mantendo 100% de aproveitamento e tendo aplicado diversas goleadas. O Partidários vem com os pés no chão depois de um início irregular na competição, mas com muita confiança após uma arrancada sensacional que o coloca em pé de igualdade com o adversário.

Raio-X

O Ágape tem o melhor ataque com 64 gols, sendo 34 destes marcados por Matheus (Piu). Com uma defesa bastante sólida, o time do Recreio dos Bandeirantes sofreu apenas 13 gols. O Partidários, apesar de ter o segundo melhor ataque do campeonato, possui a pior defesa dentre as oito equipes que disputam as quartas de final: o time já sofreu 21 gols. Estes números são o reflexo do futebol bem jogado pelas duas equipes. O Leão aplicou quatro goleadas marcando de oito gols para cima, incluindo a antológica vitória por 21 x 1 sobre o Mainés. O time da Zona Norte não fica muito atrás, tendo encerrado a primeira fase com três goleadas que lhe garantiram a classificação, após um início turbulento.

Retrospecto no Campeonato

Com 100% de aproveitamento, o Ágape passa feito um “rolo compressor” por seus adversários. O Partidários oscilou no início devido a reformulação que teve em seu elenco após o fim da temporada passada, mas se recuperou bem e vem demonstrando muita estabilidade. O azul e branco confia em Matheus (Piu) para estufar as redes, enquanto que os comandados do treinador Lázaro apostam suas fichas em William (Will), artilheiro do time com 11 gols. Por ter feito a melhor campanha na fase de grupos, o Leão terá a vantagem do empate até as semifinais, caso avance à próxima fase.

Os Comandantes

Falamos com os treinadores das duas equipes para saber mais sobre o que esperar dessa partida decisiva. Junior Gomes, goleiro e comandante do Ágape, falou sobre a postura do time para esse jogo, sobre o clima no vestiário e sobre a estrela do time, o pivô Matheus (Piu) de 25 anos. Confira a entrevista com o treinador, presidente e goleiro do Ágape:

Copa Campus: O Partidários tem o segundo melhor ataque do torneio, precisa da vitória e tudo indica que sairão para o jogo. Vocês entrarão em campo esperando o adversário pra sair no contra-ataque ou manterão a postura ofensiva que apresentaram ao longo do campeonato?

Carlos Augusto (Júnior Gomes): “Conhecemos um pouco o nosso adversário, mas com certeza vamos manter o nosso jogo, aliás time que está ganhando não se mexe, né?!”.

Copa Campus: O Ágape faz uma temporada impecável. Como está o clima dentro do elenco com o favoritismo e a expectativa de conquistar mais um título este ano?

Carlos Augusto (Júnior Gomes): “O clima é o melhor possível. Formamos uma família e não ligamos para favoritismo. Jogamos com alegria e assim o nosso melhor futebol tem aparecido. A expectativa é a melhor possível. Conquistar títulos é sempre bom”.

Copa Campus: Vocês têm uma jóia no time: Matheus (Pio). Ele já marcou 34 gols neste campeonato e está sobrando na artilharia. O jogador fica no time ao fim da temporada ou vai ser difícil de segurá-lo?

Carlos Augusto (Júnior Gomes): “O Piu é um jogador diferenciado, ele se sente bem jogando conosco. Ele vem sendo muito assediado por outras equipes, mas já deixou bem claro o desejo de continuar no Ágape F7”.

 

Lázaro, comandante do Partidários, comentou sobre o estilo de jogo da equipe para a partida de sábado, além dos lesionados e dúvidas para o jogo. O treinador falou sobre o momento marcante do time até aqui e sobre o processo de remontagem que a equipe sofreu no fim da temporada passada, mencionando ainda as dificuldades que o time teve neste início de campeonato. Confira a entrevista com o treinador Lázaro Maximiano, do Partidários:

Copa Campus: Na fase anterior o time precisava vencer pra se classificar diante de um adversário que tinha a vantagem do empate, e venceu. A situação agora é a mesma. Como você está preparando o time para este jogo tendo em vista que o adversário é muito superior ao das oitavas?

Lázaro: “Nós temos uma maneira de jogar e não vamos abrir mão dela, independente do adversário. Vamos manter essa forma que é a marcação sobre pressão e contra-ataques rápidos”.

Copa Campus: Tem alguma baixa no time para este confronto?

Lázaro: “O Yan ainda não se recuperou do problema no joelho que teve no último jogo. O Rodrigo está com uma forte gripe e o William (Will) e o Mazinho (Osmar) ainda são dúvidas também. Mas acredito que os quatro vão para o jogo no sacrifício pelo caráter decisivo da partida”.

Copa Campus: Qual foi o momento mais marcante ou emocionante do time neste campeonato?

Lázaro: “Sem dúvida foi o último jogo por toda dificuldade que tivemos na primeira fase da competição. Éramos vistos com desconfiança pela maioria e conseguimos de maneira dramática a classificação. Mas acredito que o momento mais marcante ainda está por vir”.

Copa Campus: O time sofreu com a perda de vários jogadores ao fim da temporada passada e passou por um processo de reformulação. Como foi reestruturar essa equipe e como foi o desenvolvimento para torna-la competitiva novamente?

Lázaro: “Esse foi o motivo da dificuldade na primeira fase. Em relação ao ano passado, o time é 90% diferente. Tivemos que montar o time durante a competição. É como consertar um avião em pleno voo. No entanto, os jogadores que chegaram, entenderam a nossa forma de jogar e a equipe encaixou no momento certo e estamos fortes para sábado”.

 

Os Craques Dentro de Campo

Falamos também com os principais jogadores das duas equipes. O capitão do Partidários, o goleiro Rodrigo, reforçou as dificuldades enfrentadas pelo grupo no início do torneio e comentou sobre o equilíbrio do Grupo C na fase de grupos, além de comentar sobre o artilheiro do time adversário e citar a importância coletiva para a partida de sábado. Confira a entrevista com o goleiro e capitão do Partidários, Rodrigo:

Copa Campus: O time começou mal o campeonato, mas teve uma reação sensacional na quinta rodada da fase de grupos. A que você credita esta reação?

Rodrigo: “Alguns jogadores que estavam conosco no carioca passado infelizmente não puderam participar esse ano. Então fui obrigado a fazer uma renovação forçada, o que consequentemente atrapalhou o entrosamento nas quatro primeiras rodadas. Além disso, caímos no grupo mais equilibrado da primeira fase e pegamos os jogos mais difíceis nas quatro primeiras rodadas, então essa somatória de fatores foi o que contribuiu para um inicio muito irregular na competição”.

Copa Campus: O Ágape tem o artilheiro do campeonato, o Matheus (Piu), com 34 gols. Você, como goleiro, terá a missão de pará-lo. Como você se prepara para uma situação dessas?

Rodrigo: “É um grande jogador que merece atenção, mas não adianta marcá-lo e descuidar dos outros. O Ágape é uma grande equipe e o nosso sistema defensivo terá muito trabalho nesse jogo. Mas a nossa defesa funcionou muito bem contra o Talentos e a expectativa é repetirmos essa atuação que tivemos nas oitavas. A tarefa é um pouco de cada um, não só minha, e se cada um fizer a sua parte a chance de termos êxito é muito maior”.

 

Outro do time da Zona Norte que falou com a nossa equipe foi o pivô e artilheiro do time, William (Will). O Jogador falou sobre a dificuldade deste jogo e sobre sua ausência na fase anterior, quando teve problemas pessoais. Confira como foi a entrevista com o William (Will), do Partidários.

Copa Campus: Você é o homem de referência do time no ataque com 11 gols. Como pretende furar essa defesa tão consistente do Ágape e aumentar este número?

William: “Bom, com a força e a união do meu time para essas quartas de final, estamos vindo mais fortes. Sabemos da dificuldade do jogo, o favoritismo está com eles já que têm a vantagem do empate, mas vamos comer a sopa pelas beiradas. Se for da vontade de Deus, sairemos classificados. Estamos fechados para mais essa decisão”.

Copa Campus: Como está o seu condicionamento físico para este jogo? Vai 100%?

William: “Tive uns problemas pessoais, por isso não pude estar com o grupo nas oitavas de final, mas já foi superado com muita ajuda dos meus companheiros. Agora já estou 100% focado nessa decisão e comendo muita salada e filé de frango pra chegar fino nessa ‘final’ (risos). E vamos com tudo, porque só a vitória interessa e já estamos prontos apenas aguardando o grande dia”.

 

Por fim, ouvimos o craque do campeonato até aqui, Matheus (Piu), o artilheiro do Carioca Evangélico 2017 com impressionantes 34 gols e que, dificilmente, será alcançado. O pivô de 25 anos falou sobre o segredo do sucesso neste campeonato, enalteceu a qualidade do passe do time e falou um pouco sobre sua carreira e expectativa no futebol. Confira:

Copa Campus: Você é o artilheiro disparado do campeonato com 34 gols. Qual o segredo de tantos gols?

Matheus: “Acredito que o bom entrosamento que tenho com a equipe. Temos um excelente toque de bola e com isso criamos bastante oportunidades por jogo e venho sendo feliz nas finalizações”.

Copa Campus: Pensa em futebol profissional no futuro?

Matheus: ”Não, não. Já quis muito, Mas infelizmente tive algumas lesões em que tive que fazer cirurgias e perdi o momento em que devia fazer essa transição entre juniores e profissional. Mas hoje jogo Fut 7 no Flamengo e estou estudando e trabalhando. Não tenho mais aquele sonho e vontade de ser um jogador profissional”.

 

Lembrando que o jogo acontecerá neste sábado, 24 de Junho, no Alto da Boa Vista, com cobertura completa do Copa Campus. Um jogo em que tudo pode acontecer entre duas equipes com totais condições de conquistar o título e fazer história. Quem leva a melhor nessa “decisão” e avança às semifinais?

Galáticos JS passa por cima do bicampeão Missionários e está nas Quartas do Carioca

Por Paula Barcellos

No último sábado, Galáticos JS e Missionários FC entraram em campo pelas Oitavas de Final do Carioca Evangélico. De um lado o time que fez a quarta melhor campanha na fase de grupos e do outro o atual bicampeão do torneio, mas que fez uma campanha ruim e só se classificou na última rodada. Um jogo de mata-mata que valia a permanência no campeonato e mais um degrau até a tão sonhada taça. Se um time conseguiu ser regular da fase anterior, do outro vem um time com histórico de crescer em momentos decisivos. O que se esperava era um jogão, o que foi abafado por momentos de confusão. Mas no final, venceu o Galáticos JS, quarto colocado ano passado, que segue na luta pelo título. O sonho do tri do Missionários virou pó.

O primeiro tempo começou com a atual equipe campeã pressionando o adversário, e logo no início teve uma chance de bola parada. Porém foi a equipe de branco que balançou a rede primeiro, Victor tocou para Marcos Paulo que fez um golaço. Com isso o jogo ficou ainda mais corrido e, apesar dos dois times chegarem ao ataque, nenhum deles conseguiu ser eficiente. Ficou uma sucessão de quase gol, e a equipe laranja desperdiçou com Paulo que tentou de longe e a bola saiu por cima do gol e Luiz que sozinho jogou para fora. A partida ficou quente com direito a três cartões amarelos e muita reclamação do juiz das duas equipes. O Galáticos JS administrou a vantagem, teve uma boa chance com Matheus, que roubou a bola no meio de campo e chutou de primeira, mas a bola foi para fora. E ainda viu o adversário crescer.

Na segunda etapa foi a vez da equipe branca sair com a bola e já foi para o ataque no primeiro lance. Com os ânimos agitados, mais um cartão amarelo foi dado e mais uma vez, os dois times reclamaram muito do juiz. O Missionários sentiu a derrota parcial e não conseguiu nem criar, nem finalizar. Já o Galáticos JS continuou a segurar a vantagem. A partida ficou feia com muitas faltas e os jogadores exaltados. Até que Patrick roubou a bola e chutou de primeira e levou perigo ao gol do Galácticos. Em seguida ocorreram cenas lamentáveis de confusão e brigas, com técnico do Galaticos e auxiliar técnico do Missionários expulsos.

O jogo retornou e a equipe laranja não conseguiu se encontrar e o time branco só segurava. Ainda teve mais confusão. Com a bola rolando de novo, Filipe bate um pênalti e ampliou o placar para o Galaticos. Para o atual campeão faltou um pouco de habilidade e sorte, e não conseguiu ter a postura ofensiva que se viu na edição anterior. Assistiu ao adversário ainda balançar a rede outras vezes: Filipe, mais duas vezes e William, duas vezes também. O craque foi Filipe que balançou a rede três vezes e vem fazendo a diferença para o time de Ramos.

O Missionários nem de longe foi o time bicampeão das edições passadas. Sua eliminação parecia estar escrita desde o primeiro jogo. O Galáticos, por sua vez, desde o começo dá mostras de sua força e pode chegar mais longe que na edição passada. Nas Quartas o time joga pelo empate contra outro campeão , o Jesus na Área.

 

Israel da Bola volta a brilhar, derrota Galáticos da Catedral e chega às Quartas do Carioca com 100% de aproveitamento

Por Paula Barcellos

No último sábado, 10/06, aconteceu a partida entre Israel da Bola e Galáticos da Catedral, pelas Oitavas de Final do Carioca Evangélico. Apesar de todo o favoritismo do time de Irajá, o adversário da Catedral Presbiteriana endureceu e deu trabalho ao time de segunda melhor campanha do Carioca. No entanto, no final prevaleceu o melhor futebol do Israel, que venceu por 4×1 e avançou às Quartas para enfrentar o IMSC.

O primeiro tempo começou agitado, e Leonardo achou Jonatan que abriu o placar para o Israel da Bola. Com o gol o time roxo ficou ainda mais confiante e conseguia fugir da marcação adversária, e dessa vez foi Jonatan que tocou para Victor que balançou a rede novamente. O Galáticos sentiu os gols e ficou mais nervoso e não conseguiu parar o Israel, que impôs seu ritmo de jogo com muitos passes curtos e movimentação. Com muita raça e vontade, o time branco até conseguiu levar perigo em algumas oportunidades, mas pecou na hora do último passe. A disputa era acirrada e os ânimos chegaram a ficar mais quentes. Nesse momento do jogo, ambos os times não conseguiram se articular, apenas usavam as jogadas a partir dos erros do outro. Nisso, o time de roxo administrou a vantagem, mas numa linda jogada entre Alexandre e Kelvin, o Galáticos quase diminuiu. Final de primeiro tempo e vitória parcial do favorito Israel da Bola, que garantia sua classificação.

No segundo tempo, a equipe branca mudou de goleiro, saiu Eros e entrou Sassá e foi da equipe que ocorreu a primeira chance clara, com Arthur que sozinho deu um chutaço que raspou no travessão. Pareceu que tinha invertido os papéis, já que o Israel entrou mais nervoso e Hebert fez contra e diminuiu a vantagem para o Galaticos. Com isso, o time da Catedral arriscou mais e foi cada vez mais ao ataque, e o adversário só se defendeu. Os dois times se mostravam cansados, mas nenhum dos dois desistiram. Com o tempo passando, o Israel da Bola relaxou por causa da vantagem, e o adversário só se defendia. O Galaticos deixou o Alexandre isolado no ataque, e não criou mais jogadas. No final da partida, Hebert se redimiu e balançou a rede para o Israel da Bola, quando recebeu de Carlos e Leonardo tocou para Victor que fechou o placar para a equipe de roxo.

Apesar de um momento ruim na primeira metade do segundo tempo, onde viu o voluntarioso adversário ameaçar sua vitória, o Israel da Bola foi melhor, mais efetivo e soube construir sua vitória com muita solidez, mostrando que está no caminho certo para o título. Nas quartas joga pelo empate contra o IMSC por uma vaga na final.

Kairós é guerreiro, mas GDC se vale de empate para garantir vaga nas Quartas do Carioca

Por Eduane Pereira

No último sábado ocorreu a disputa entre o GDC FC e o Kairós FC pelas Oitavas de Final do Carioca Evangélico. O jogo iniciou com os times movimentados e com ótima disputa de bola. O GDC teve um ótimo ataque no primeiro tempo, mas um deslize no segundo tempo da partida fez o time suar em campo. O Kairós mostrou sua garra e dificultou o jogo para o time adversário, chegando a vencer no segundo tempo, mas o Kairós não contava com o gol do empate do destaque Hugo Leonardo no finalzinho da partida, confirmando a classificação do GDC FC para as quartas de final.

No primeiro tempo da partida o GDC mostrou que tinha o domínio da bola e abriu o placar com 5 minutos de jogo; Luiz Henrique Ferreira deu uma bela assistência para o camisa 13, Brendo Luiz, que marcou um golaço no time de azul e vermelho. O Kairós fez um ótimo contra-ataque com Peterson e Alan Cecílio que buscaram um empate.

Aos 7 minutos de jogo saiu segundo golaço do GDC FC com o camisa 14, Eduardo Lopes que fez uma cobrança de falta e deu um chutou certeiro para o gol, marcando 2×0 no Kairós FC. O time de camisa azul e vermelho temendo mais um gol fez uma marcação cerrada no adversário, o camisa 97, Marcão, tentou marcar um gol pela lateral, mas o goleiro Daniel agarrou a tempo.

O GDC dominou novamente a partida e buscou seu terceiro gol no primeiro tempo com o camisa 9, Hugo Leonardo, que veio sozinho e com um chute preciso marcou um golaço aos 13 minutos de jogo. Em sequência Marcão deu um toque para Alan Cecílio que tentou abrir o placar para o seu time, mas não teve sucesso.

Aos 22 minutos de jogo o Kairós FC marcou seu primeiro gol com camisa 97, Marcão, que veio sozinho pela lateral e chutou no momento exato, marcando um belíssimo gol no time de laranja e preto. Hugo Leonardo tentou marca mais um gol no final do primeiro tempo, mas acabou pegando na trave.

No segundo tempo o Kairós FC retornou para campo com um novo ataque e com lances mais estratégicos, já o GDC FC, que estava vencendo a partida por 3×1, ficou mais na defensiva no segundo tempo. Peterson com Marcão fizeram uma ótima jogada e aos 3 minutos de jogo o camisa 61 deu um toque para Marcão que marcou mais um belo gol no time rival.

O GDC cometeu um deslize em uma troca em campo que acabou favorecendo o time adversário, sem o camisa 9 que estava fazendo um bom ataque, o Kairós aproveitou e marcou o gol do empate com Thiago Nascimento que, sem assistência, fez um golaço no time de camisa laranja e preto e empatou o jogo 3×3.

O Kairós dependendo de somente um gol para se classificar para as quartas de final fez boas marcações e jogadas inteligentes na busca de resultado. O GDC se desesperou em campo temendo mais um gol que os tiraria da próxima rodada. Aos 20 minutos de jogo o camisa 21, Alan Cecílio deu um passe para Thiago Nascimento que marcou um belíssimo gol. Era a virada do time vermelho e azul.

O Kairós vencendo por 4×3, comemorou sua possível vitória e classificação, mas não contava com o retornou do camisa 9 do GDC no final da partida. Hugo Leonardo teve a chance perfeita no último minuto de jogo e sem nenhuma assistência marcou mais um golaço.

Finalizou a partida com os times empatados em 4×4 e o GDC se classificando para as quartas de final por ter tido melhor campanha na fase de grupos, com o merecido destaque ao camisa 9, Hugo Leonardo, autor de dois gols. Os times fizeram um excelente jogo, confronto difícil, movimentado, ambas as equipes mostraram suas técnicas e experiência em campo, mas no final o GDC se valeu do regulamento e avançou às Quartas, onde pega, de novo com a vantagem do empate, o Ousadia.

Jesus na Área passa pelo MAV, se garante nas Quartas e mantém vivo o sonho do Bi Carioca

Por Eduane Pereira

Na tarde de sábado, no Alto da Boa Vista, ocorreu um jogo decisivo pelas Oitavas de Final do Campeonato Carioca Evangélico, marcado por confronto movimentado, equilibrado e justo. O MAV que apesar de ter entrado em campo sem o goleiro, fez uma boa partida, belos lances e conseguiu manter sua possível classificação até o segundo tempo. O Jesus na Área que não vinha fazendo uma boa competição suou a camisa para conseguir a vitória nos últimos minutos do jogo.

No primeiro tempo da disputa o time de azul e branco teve o domínio do jogo e atacou com o camisa 12, Dario Bento, que chutou bonito, mas pegou na trave. O Jesus na Área fez uma boa jogada com  Daniel Lopes e Fabrício Fernandes na tentativa de abrir o placar.

Aos 12 minutos de jogo saiu o primeiro gol do MAV; o camisa 10, João Marcos, bateu  falta e marcou um golaço no time rival. Em sequência o Jesus na Área empatou a partida, Thiago Amaro deu um toque de bola preciso para Fabrício Fernandes que marcou um belíssimo gol, 1×1.

A dupla Thiago e Fabrício fez mais uma jogada inteligente e por pouco não desempatou o jogo. Dario Bento também tentou o desempate para o seu time com um chute bonito que pegou na lateral da trave. No final do primeiro tempo o MAV ficou mais na defensiva por ter o meia Robson no gol, já o Jesus na Área fez bons lances, mas não conseguiu marcar outro gol.

No segundo tempo o time de camisa azul e branco tentou algumas jogadas com Lucas Feitosa e Victor Coutinho. O camisa 77, Henrique Rodrigues, tentou marcar o gol, mas não teve sucesso. Já João Marcos deu um chute certeiro, mas o goleiro Raphael Martins agarrou no momento exato.

O Jesus na Área quase virou o jogo aos 10 minutos do segundo tempo com Michel Mendes que deu um belo chute para o gol, mas Robson espalmou a tempo. O segundo gol do time de laranja e preto só saiu aos 19 minutos com o passe do Rafael Monteiro para o camisa 5, Allan Gomes, que fez um golaço no time rival. Em sequência saiu o terceiro gol por Michel Mendes sem nenhuma assistência, o camisa 16 chutou bonito e marcou 3×1.

O MAV atacou o time adversário e conseguiu marcar o gol aos 22 minutos de jogo; Bruno deu um toque no momento certo para Henrique Rodrigues marcar um bonito gol. O time azul e branco se desesperou em campo e tentou buscar o resultado de um empate com João Marcos no último minuto.

A disputa encerrou com a vitória e classificação do Jesus na Área, que venceu por 3×2, com o merecido destaque ao camisa 11, Fabrício Fernandes, autor de um gol. Apesar de o MAV ter tido um desfalque em campo, o time jogou bem, mas acabou eliminado.

Nas Quartas de Final o Jesus na Área encara o Galáticos JS e somente a vitória interessa o primeiro campeão da competição.

 

 

Danrley brilha, Ousadia empata com o Betel e se vale de sua vantagem para se classificar para as Quartas do Carioca

Por Diogo Priori

Quem estava a procura de um grande jogo nessas Oitavas do Carioca Evangélico talvez não apostasse no duelo que fecharia a rodada no campo 2. Ousadia e Betel estavam programados para às 15h sem um favorito muito claro, embora a campanha do último se sobressaísse um pouco mais.

As canchas argentinas e seus barrabravas de All Boys, Racing e Argentinos Jrs talvez não se decepcionassem com o entusiasmo que cercara o campo que marcava gélidos 16 graus.  Embalados pelo sonho das quartas, junto a esperança de o adversário ser um triunfo possível.  E lutaram por isso.

Marlon e Marlan (o Pará) comandaram as ações ofensivas do Ousadia, embalados por uma forte marcação que parecia admitir menor poderio técnico diante de um Betel que buscava insaciavelmente a vitória.  E foi Pará quem começara dando muito trabalho a defesa do Betel, que sofria pelo lado esquerdo e não conseguia achar seus jogadores de frente.  A necessidade de passes limpos ecoou durante os primeiros três minutos. Kaique, zagueiro do Betel, já chegara com muito perigo pelo alto.  Imponente na defesa, sua qualidade era aproveitada também em chegadas surpresas ao ataque.

Danrley, nome do consagrado e ídolo goleiro gremista dos anos 90, era peça-chave de uma partida em que fazia jus ao nome, já trabalhando aos quatro minutos com uma cabeçada do sempre produtivo Kaique, camisa 4 do Betel. O goleirão do Ousadia ainda viu na trave um aliado de sorte para esse duelo decisivo; Marcelo, o 10 e dono das maiores jogadas ofensivas do Betel já a acertara milhares de vezes. Levando em conta a deficiência da equipe vermelha e amarela de achar seus homens de frente com facilidade, o “ônibus” do Ousadia com requintes de José Mourinho dava certo até então.

Não era raro ver os seis jogadores de linha do Ousadia atrás da linha de meio-campo, formando uma parede sempre que preciso. Marlan (o Pará), o 11 do time de branco, sem características de pivô, nao conseguia prender a bola no ataque, servindo contra-ataques facilmente, sendo Malon, principal nome do ataque do ousadia no jogo, caindo pela direita, obrigando o goleiro Magno a fazer duas boas defesas.  A torcida composta por jogadores reservas e curiosos estava cada vez mais inflamada, servindo de tempero essencial para o disputadíssimo jogo. Marlon aos 14 minutos, caira pela direita com apoio de Marlan(Pará), obrigando o goleiro Magno a fazer bela defesa.

Marcelo fazia a funçao que o técnico do Ousadia tanto pedia para Marlan. Voltando e apoiando pelo centro, era figura carimbada em tabelas com Carlos, o meia-central incansável do Betel, o que ocasionou uma excelente oportunidade aos 15 minutos em chegada pela direita. O desgaste com o ritmo altíssimo importo ainda não era visto, bolas na trave, lindas defesas de Danrley eram rotina para Marcelo, que falhara constantemente na pontaria. Com três bolas na trave, o primeiro tempo se destacou pelo equilíbrio e alto nível  de disputa apresentado por ambos, descaracterizando qualquer palpite diante do segundo tempo que estava por vir.

Começado o jogo e invertido os lados, a iniciativa ficou com o Betel, que, com mais qualidade, aproveitara logo o centro de campo e o talento do jogador que lá estava. Precisando da vitória, o Betel abriu o placar com Jonathan.  Aberto o placar, o Ousadia mudou instantaneamente o modo de atacar, insistindo em um jogo mais compacto e colocando cada vez menos homens atrás da linha da bola. Assim surgiu Marlon que, em tabela com Igor após corner, empatou a partida num chute de primeira de muita categoria. Muita vibração de seu treinador. O jogo ficou ainda mais disputado, comas equipes jogando no erro do adversário. Cada vez mais dramático e se aproximando dos 15 minutos da segunda etapa, ambos os treinadores já haviam feito suas substituições e pedido seus tempos necessários. Kayque voltou a deixar o Betel em vantagem. Classificação parcialmente encaminhada e fim do jogo se encaminhando. Por pouco tempo.  O Ousadia precisou de duas tentativas; primeira falha com Pará, segunda com Marlon, que impiedosamente e na saída do goleiro Magno, se consagrou para a classificação do time “ousado”.

Ambos os times fizeram uma partida exemplar no sentido de entrega. Raça e emoção não faltaram num duelo em que se pudesse, os dois passariam.  Marlon, Pará e, principalmente, Danrley, fizeram do jogo um acontecimento nesse campeonato. Triunfo que serve de inspiração para o jogo das quartas, quando a equipe tem pela frente o GDC.

Melhor do jogo:

Danrley [Ousadia FC]:  Muito festejado pelos companheiros de equipe, foi o grande nome da partida e símbolo da classificação.

     Menção honrosa:

Marlon [Ousadia]: Autor dos dois gols de seu time, foi o mais decisivo possível.   Agudo e coeso, conseguiu muitas vezes puxar o ataque de um time que tem como ponto forte defender.

Marcelo [Beltel]: Principal nome ofensivo do Betel merece destaque pela perseverança.  No entanto,  falta de pontaria atrapalhou a equipe.

 

Ágape não toma conhecimento do Plenitude 12, goleia, se mantém 100% e está nas Quartas do Carioca

Por Diogo Priori

Pelas oitavas de final do Carioca Evangélico, o Ágape F7 goleou o Plenitude 12 por 10×2 e se classificou para as quartas da competição, onde irá enfrentar o Partidários, atual vice-campeão. Matheus Piu voltou a ser destaque

Quando às 14h18 foi dado o início ao jogo, o Ágape não esperava tantas dificuldades diante de um ritmo muito alto imposto por um faminto Plenitude 12. Agressivo e marcando a saída de bola do adversário, o time amarelo de Campo Grande começou melhor e, aos dois minutos, quase abriu o placar com Milton, um dos mais inspirados da equipe.

Pelo lado do time do Recreio, Michel comandava a armação pelo centro flutuando pelos dois lados de campo; Matheus Piu, sempre perigoso, forçou o goleiro Pablo a trabalhar desde os quatro minutos. Já Marcus, o 9 do Ágape, aparecera menos que nos jogos anteriores, com mais obrigações ofensivas diante da estratégia ousada inicial do Plenitude, que controlava bem até então a partida.

Sem parecer compreender que a bola no chão era a melhor alternativa, o Ágape não conseguia ser tão agudo quanto foi nos outros jogos ao longo da partida. A bola parada, trunfo de uma equipe de bons batedores, terminou na trave em forte chute de Michel, trave que se repetira algumas vezes em lances que até o menos supersticiosos desconfiariam. Piu acabara de perder seu gol mais feito no campeonato até aqui após receber uma bola cruzada de costas (por mal posicionamento) em cima da linha. No entanto, dois minutos depois, o artilheiro do Carioca se redimiu fazendo o primeiro do time azul e branco. O gol do Ágape reacendeu o fogo de palha do Plenitude, que em seguida buscou duas de suas melhores oportunidades até então na partida, uma falha cruel (e injusta diante da boa marcação até aqui) colocou o artilheiro Piu de frente para o goleiro para ampliar o placar.

O rtimo da marcação do Plenitude não abaixou após o segundo gol, mas se a expressão “correr certo” tanto ouvida por especialistas e profissionais do meio da bola fosse colocada em suas empreitadas ofensivas, resultaria em gols. Aproveitamento, aliás, tem sido uma tônica do time azul-branco, explorando além de um excelente entrosamento, o talento individual de seu artilheiro Piu e de seu importante regulador e fundamental na distribuição Marllon. A dupla fez o terceiro e quarto, respectivamente.

No segundo tempo, se o Plenitude almejava uma postura com menos erros e mais cautelosa, o banho de água fria foi a bola entregue de bandeja para Marllon, o que custou um 5 x 0 e um desânimo coletivo. Começou mal.

O 6×0 não demorou a aparecer, já que aos 4 minutos Piu rolou para Kayque, importante e consistente peça defensiva até aqui, marcar o seu. Em seguida, com o Plenitude se restringido a seu campo, não conseguiu parar Michel, que consagrou Marllon para um Hat Trick. Nessa altura do jogo (ou do placar), um cansado Plenitude não acompanhava o ritmo de um time que, estrategicamente, equilibrou suas energias para toda partida. Piu entrara disparado na área para dar um chapéu e meio (Um lençol em um, e uma puxada frente a outro zagueiro), forte, letal, 8×0. Um dos gols mais bonitos do campeonato até aqui. Diminuindo o ritmo consideravelmente, o Ágape parecia muito menos concentrado que no início, o que não surpreendia,  diante da enorme vantagem com o elástico placar.

Forçar o ataque era uma questão de honra para o time de Pablo, que comandou as ofensivas do Plenitude com muito esforço, mas sem criatividade como um todo. Boa jogada de Marcos com Wagner fez a equipe descontar o placar duas vezes. Kayque fez mais um e Marcus ainda recebeu um passe do articulador Michel pra coroar uma boa partida ofensiva e fechar o placar. 10×2.  Ágape nas quartas.

O Plenitude tentou impor um ritmo forte de marcação, mas não fez o mesmo na parte ofensiva, onde foi pouco criativo e pouco agudo. No primeiro tempo ainda teve algum êxito, mas no segundo foi completamente dominado. O Ágape liquidou a fatura quando pôs a bola no chão, conseguindo um expressivo resultado.

Nas quartas de final, o Ágape encara o Partidários e está a dois empates da grande final do Carioca.

Melhor do jogo:

Matheus Piu [Partidários]:  4 gols e uma assistência foi um bom número para quem teve mais responsabilidades defensivas que nos demais jogos. Destaque para a pintura do 8º gol do Ágape na partida (O cronista jura que foi um golaço).

Menção honrosa:

Michel [Ágape F7]: O maestro da equipe, quatro assistências e passes certeiros traduzem sua atuação.

Marllon [Ágape F7]:  O camisa 14 é uma espécie de motor silencioso do Ágape; três gols merecidos pela atuação no jogo e no campeonato até aqui.